Fome

Fome Michael Grant




Resenhas - Fome


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Valbert 27/08/2013

Com Fome no escuro | http://sededeficcao.blogspot.com.br
Incrível, atordoante e brutal assim eu defino Fome o segundo livro da série Gone, de Michael Grant. O primeiro capítulo, já mostra a que o livro veio. Passaram-se exatos três meses desde que a misteriosa bolha apareceu criando o LGAR. As coisas vão de mal a pior, a comida ficou escassa, o convívio social está cada vez mais difícil, intrigas são cada vez mais constantes, crianças estão desenvolvendo poderes perigosos e mortais, e a fome não é a única inimiga dos habitantes do LGAR. O final de Gone deixou muitas perguntas no ar e algumas dessas perguntas são esclarecidas ao decorrer desse livro.

Logo na capa podemos ver Caine, Diana e Drake contrastando com o verde radioativo. O livro, basicamente que gira em torno deles e um plano diabólico para conseguir o controle de Praia Perdida. Outra coisa que me chamou bastante atenção foi o fato de Lana ter ganhado um destaque a mais, logo na contra capa do livro podemos ter uma breve noção de qual será o seu desafio dessa vez. Em contrapartida a isso Sam está ficando cada vez mais sufocado em ser ''Sam - O Prefeito'', e manter a ordem e o convívio em Praia Perdida não é uma tarefa das mais fáceis. A criatura conhecida como Escuridão, começou a colocar suas garras para fora e o seu plano ameaça toda a vida no LGAR

''Todo o ouro do mundo não será suficiente para recompensar Lana pelo que ela pretende fazer. O ouro não pode tocar o imenso horror que preenche seu coração nesse momento. E também não terá nenhuma serventia se ela falhar nessa missão.

Lana não pode subornar a Escuridão. Mas talvez, quem sabe... La possa matá-la''

Assim como Gone, Grant manteve o mesmo padrão rápido e atordoante a cada capítulo. As cenas de ação são muito bem escritas e desenvolvidas, começamos a entender – segundo as especulações de Astrid – por que a bolha que envolve o LGAR foi criada e qual o seu objetivo. E como toda continuação, o que não faltam são novos personagens, são apresentados quatro novos personagens (que a meu ver) serão fundamentais para o enredo da série. Eles são: Duck, Orsay, Hunter e Zill.

Já não bastassem todos esses problemas, uma briga entre os ''Normais'' e as ''Aberrações'' começa a ganhar força; onde isso vai parar ninguém sabe. E como um dos fortes da série Gone é o mistério o final é atordoante e chocante, apesar de está louco para saber o que vai acontecer no terceiro livro (Mentiras), não creio que o lerei tão cedo. Mesmo sendo uma série ótima não recomendo que você leia um atrás do outro sem um determinado intervalo de tempo, até por que chega uma hora que o leitor vai se cansar e isso não é legal.

Quote:

''O problema agora é que Caine estava realmente, profundamente com medo da criatura da mina. Com medo até os ossos. Com medo até dos recessos menores, mais fundos, mais secretos de sua mente. Não podia blefar com a Escuridão. A Escuridão sabia que ele estava com medo.

Havia uma corda enrolada com força na sua mente e na sua alma. A outra ponta da corda era segurada pela coisa escura que estava no fundo do poço da mina. Caine se imaginou cortando a corda, pegando um machado, levantando-o acima da cabeça e baixando com toda a força... Implacável e sem medo. Como tinha sido com Diana.'' – Pág. 177.

Sinta a escuridão.
Sinta-se preso num anzol.
Sinta Fome.


site: http://sededeficcao.blogspot.com.br/2013/06/resenha-fome-michael-grant_4.html#more
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aprigio 27/06/2013

Nada mais que decepcionante
Tentei de tudo gostar deste livro, juro tentei, mas não adiantou, terminei e o achei chato, cansativo e simplesmente mal escrito. O livro começa promissor, depois dos acontecimentos de gone, livro este nada de espetacular, mas que foi bastante satisfatório. Fome se passa três meses depois de gone, o inicio é interessante já colocando o protagonista num problema com um personagem novo, no entanto para ai. O livro começa um lenga lenga de introdução de novos personagens e suas infinitas caracterizações, algo que eu achei que faltou em gone, inclusive para caracterizar os protagonistas, mas aqui foi demais. A narração simplesmente não anda, o autor coloca tantos pontos de vista que cansa, o livro não leva nada a lugar algum. Sam, o protagonista entra numa decadência emocional que irrita, tudo bem ele tem que tentar alimentar o povo que decidiu cuidar, todo mundo passando fome, gangue atacando, uma usina NUCLEAR para defender e um bando de preguiçosos que em nada ajuda na administração da situação. FOME só começa a melhorar lá para a pagina 243, quando começa a focar mais nos acontecimentos de confronto entre o grupo de sam e o de caine, mas fora isso é lenga lenga dentro da cidade. O livro tenta se redimir no final, com acontecimentos bastante interessantes, mas as explicações para o grande vilão deste, que é a escuridão, não me convenceu e muito menos a forma que abordaram o troca troca de personagens da coates e praia perdida. Mais o pior esta por vim, o autor simplesmente da cha de sumiço em determinados personagens sem a menor explicação, depois aparece em determinado momento, fazendo determinada coisa e você fica!!!!!! mas ele num era de...... como foi parar aiiii? péssimo, mas teve muita gente que gostou.
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Felipe 13/04/2013

A escuridão planeja se erguer
sobrevivência está em jogo, enquanto a fome se alastra a escuridão se prepara para se erguer nesse segundo volume imperdível da serie Gone, Fome. Você está pronto para voltar ao LGRA?
http://thebooksguardians.blogspot.com.br/2013/04/da-serie-gone-fome.html
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AndyinhA 04/03/2013

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

O livro é muito arrastado, muito mesmo, coloque no superlativo a parte arrastada. O autor está na página 100 e ainda está contando mimimi do livro anterior. Cadê o drama? Cadê o povo lidando com as consequências? A comida está acabando, crianças sofrendo alguma espécie de mutação e no livro temos a impressão que todo mundo está de férias na praia. Chato demais isso.

A leitura arrastada e a indefinição do que anda acontecendo com os personagens acabou não me conquistando nessas 125 páginas que li, algo em torno de 1/5 do livro. Pode parecer pouco, mas para um livro 2, onde já conheço a história e o básico dos personagens, não precisamos mais de enrolação e sim ação!

Para saber mais, acesse: http://www.monpetitpoison.com/2012/10/poison-books-fome-michael-grant.html#.UTUDmzCG08k
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Lu 28/12/2012

Banana Pirata, resenha...
Oi, confira a resenha lá no blog!

http://bananapirata.blogspot.com.br/2012/01/resenha-de-fome-por-michael-grant.html

Bjus, lu
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Carol D. Torre 18/11/2012

Não existe um nome melhor para descrever esse livro que o seu título, Fome. Foi isso que eu pensei durante todo o livro. Depois de consumirem a comida sem preocupação nenhuma, todas as pessoas estão famintas, tendo que racionar o máximo possível, tanto no LGAR quanto na Academia Coates. Mas não são só as pessoas que estão com fome, a Escuridão também precisa e pede por comida.
Quem leu Gone sabe como o Michael Grant sabe ser cruel e passar tudo que está acontecendo nas cenas sem preocupação nenhuma em amenizar a situação para o leitor. Os personagens estão ainda mais cruéis que no primeiro livro e, eu mesma que achei que já tinha acostumado com essas cenas onde crianças fazem coisas inimagináveis para a idade, fiquei chocada em várias partes. Isso é um grande diferencial do livro, o autor coloca em crianças de apenas 15 anos personalidade de adultos, que fazem de tudo para sobreviver, conseguir poder e matar a fome, sem escrúpulos.
Aparecem alguns novos personagens que também desenvolveram mutações, mas que parecem não ter muita importância ainda - só um foi realmente útil no final - fazendo com que os grandes destaques do livro ficasse com os nossos já conhecidos protagonistas. Confesso que fiquei com um pouco de pena do Sam, ele está realmente muito cansado de ter que resolver pequenos problemas, como brigas entre irmãos, enquanto ele tenta conseguir a comida sem ajuda de quase ninguém do LGAR. Nesse livro o Michael explorou bem os sentimentos do Sam, tanto em relação as cobranças em cima dele quanto sobre os seus sentimentos por Astrid. O Caine está sendo atormentado pela Escuridão que pede por comida, ele está beirando a loucura, o que o deixa ainda mais perigoso que no primeiro livro e sem controle total sobre ele mesmo e o Drake, com sua personalidade desequilibrada, quer vingança de Sam. Outro ponto que ganha destaque nesse livro é a própria Escuridão, esclarecendo melhor para a gente o que ela é na verdade e qual é o seu propósito.
O final foi feito de surpresas atrás de surpresas e confirmou de vez para os leitores como o Michael Grant consegue ser genial para construir cenas de ação, tensão, drama e, claro, com muita crueldade. E deixou o gancho do que será provavelmente o principal problema do próximo livro: a guerra entre as mutações e os normais.
Mas nem tudo saiu tão bem em Fome quanto parece, algumas coisas me incomodaram um pouco. Primeiro a solução para o problema da fome que eles só encontraram no final foi uma coisa que eu tinha pensado lá no começo e achei um pouco forçado o autor fazer eles simplesmente esquecerem daquelas duas possibilidades, afinal os personagens que ele criou são tudos menos burros. Outra coisa que me incomodou foi que como Gone foi um livro muito bom, a gente esperava que Fome fosse melhor, só que isso não aconteceu. Pelo o autor ter escolhido uma narrativa mais lenta e que caracterizasse mais como estava a vida no LGAR através do ponto de vista de cada personagem, o ritmo eletrizante do primeiro livro não se repetiu nesse, me desapontando um pouco.
Mas nem esses problemas que eu citei fazem que Fome seja um livro ruim, muito pelo contrário, o mundo que o Michael Grant criou e a história que ele desenvolveu nele é maravilhoso de ler e eu estou morrendo de ansiedade de ler Mentiras, terceiro livro da série que está sendo lançado esse mês aqui no Brasil. E eu vou repetir o que disse na resenha de Gone, se você ainda não leu ta esperando o que? Todo mundo precisa ler essa série, é uma das tramas mais originais que temos atualmente nos livros YA.

leia mais aqui: http://rehabliteraria.blogspot.com.br
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Adriana 02/10/2012

Mais um livro impactante de Michael Grant, que me surpreende cada vez mais com sua série Gone, iniciada com o livro de mesmo nome (resenha AQUI).

Dá pra entender direitinho o por que de ser Sthepen King a citar o quanto adora estes livros na contra-capa, a mistura de suspense, terror e aventura Criada por Grant com certeza irá agradar aos fãs de King. Ainda mais quando tudo isso foi transferido para um livro jovem-adulto, trazendo temas do cotidiano e até mesmo alguns romances esporádicos. Porém, o foco da série realmente é a tensão, o mistério e o terror. Gone me lembra MUITO de Lost, seriado que eu só assisti a primeira temporada, mas sempre quis saber o final. Depois de se descobrirem presos ao LGAR (para entender é necessário acessar a resenha anterior), os jovens de Praia Perdida agora precisam se acostumar a viver apenas com a autoridade das crianças de 15 anos. Sam Temple foi eleito o prefeito da cidade, tendo sobre si a responsabilidade por tudo de ruim que ainda acontece com eles. Mas o maior perigo não são as mutações ou mesmo a Escuridão com seus planos ardilosos, mas sim a fome, que vem devorando cada ser vivente do LGAR.

Após o Puf dos pais, as crianças começaram a desperdiça comida numa velocidade alarmante. Os salgadinhos, refrigerantes, doces e outras porcarias logo acabaram. Porém, aí já era tarde e todo o resto: carnes, legumes, vegetais e frutas já tinham apodrecido. Agora, isolados do mundo, sem saber se há alguma saída daquele inferno, eles ainda precisam arrumar um jeito de sobreviver a fome. Não digo àquela fome que às vezes nos dá quando pulamos alguma refeição. Falo de fome que o consome por dias, da fome que dá vontade de matar o vizinho para se alimentar, da fome que enlouquece.

Em meio a tudo isso, novos segredos começam a surgir e outros tantos são desvendados. Esta característica é a que mais se assemelha a Lost, quando o autor nos dá uma migalha, mas espalha outras mil dúvidas permeando a trama.

Sam Temple, Astrid Gênio e o Pequeno Pete não tem muita idéia do que os aguarda, mas sabem que precisam afastar o perigo oferecido por Drake, Cane e a turma da Academia Coates.

O livro é cheio de reviravoltas e as páginas pareciam voa. Infelizmente o final chegou rápido demais e agora só me resta esperar pelo próximo volume (Galera Record, não demore)!

Para quem gosta de ficção científica e não tem medo de muitas cenas pesada (bem pesadas, esta é uma série que eu recomendo totalmente. A cada volume fico mais presa a história e mais curiosa sobre o destino daqueles garotos.

Muitos consideram esta série como uma distopia, porém, eu não vejo como ela poderia ser, visto que lhe falta o elemento central caracterizador do gênero: governo totalitário. Apesar dos garotos tentarem organizar uma forma de governo, não há opressão às opiniões contrárias, não existe a concentração de poder na mão de um só e a luta é de todos, cada um por si, para sobreviver. Por isso, creio que a definição mais cabível aos livros de Michael Grant é ficção científica mesmo.

Este foi o meu livro de Julho do Desafio Realmente Desafiante: a proposta do mês era ler algo que tivesse mais de 500 páginas.

Resenha em http://mundodaleitura.net/?p=4325
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Natalia597 17/07/2012

Fome, Michael Grant
O livro começa em um ritmo meio pendendo para o assustador, com o ataque das minhocas carnívoras (sério, eu nunca mais vou entrar numa plantação!) e a morte de E.Z na plantação de repolhos.

Pelo que dá pra perceber, o clima em Praia Pedida é beeem mais tenso: a comida está acabando, Sam Temple - o protagonista de Gone - agora assume o posto de líder da comunidade de crianças normais e aberrações, o que está em uma confusão completa. Depois de três meses, a comida está acabando, e uma separação entre os normais e as aberrações começa a se formar, além do fato de que Albert - o dono do McDonald's - começa uma pequena rixa com o Sam.

Albert quer reinventar a sociedade. Começando pelo dinheiro. Ele tem um monte de ideias malucas em relação à isso: criação de dinheiro, troca de mercadorias por passa na boate, todo tipo de coisa. O que é meio fora do contexto do que eles estão vivendo.

Falando em coisas fora do comum... Pequeno Pete - irmão autista de Astrid, a genia do LGAR e namorada de Sam - começa a desenvolver seus poderes e a falar. Sério gente, se no livro anterior ele disse dez palavras foi demais. Mas agora ele começa a chamar o nome de uma boneca russa, Nestor. Quer dizer, é bem sinistro, especialmente depois que você começa a assimilar algumas relações entre Nestor / Pequeno Pete / e a coisa na mina chamada Escuridão.

Lana, a Curadora, ainda não se curou completamente depois da ida à mina e de ter sua mente tomada pela Escuridão. Agora ela ouve a voz da Escuridão chamando-a, e quer acabar com isso. Lana, numa versão resumida, quer matá-la. Mas o que exatamente iria acontecer se a Curadora acabasse com esse mal?

E na Academia Coates, as coisas não vão lá muito bem. Caine passou algum tempo com a Escuridão e voltou louco. Completamente fora de si, gritando frases do tipo nada-a-ver e, bem... Diana ainda é a manipuladora cruel, mas agora também podemos ver um pouco do ponto de vista dela (eu me surpreendi com algumas passagens). O Drake... bem, um psicopata nunca muda, não é mesmo? Só para pior: agora Drake, o Mão de Chicote, quer assumir o lugar de Caine e, por consequência, a liderança.

Eu esperava mais no estilo de Gone, ou seja: mais mistério sobre o LGAR, sobre a Escuridão e coisa e tal. Mas agora o autor partiu para os problemas do que isso tudo causou, além dos problemas pessoais dos personagens. Todas as emoções são mais fortes, e algumas mais doidas também.

Mas tem o seguinte: você começa a ler, e depois de certo ponto vai dormir pensando: "Deus, o que vai acontecer? Acho que ainda dá pra ler mais um capítulo...". Demora um pouco para pegar no tranco, mas quando arranca não para mais. É muito emocionante, e em alguns momentos dá vontade de não acabar nunca mais.

Se você começar a ler, vai ter um capítulo muito bizarro com o Duck. Pois bem, eu subestimei o garoto. Ele, no fim das contas (e do livro) é um herói (#chorei). Mesmo pensando que a Orsay teria um papel maior. Destaque para Brianna, Jack (querido Jack, amorzinho, eu vou te matar, traidor!!!!), Dekka.

Os únicos pontos mais baixos foram: a demora para entrar em foco em alguma coisa e o estresse de Sam (amigo, também não precisa dramatizar tanto, é?).

Resenha original do blog "Artigos em geral":
http://nat-furlan.blogspot.com.br/2012/07/livro-1-fome-de-michael-grant.html
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sentilivros 30/06/2012

resenha de Fome
Neste segundo volume a coisa tá pegando fogo, pois a fome é a mais uma ameaça dentre as já existentes.
Devorei (desculpem o trocadilho) este segundo livro assim que terminei Gone. Neste volume, muitas questões levantadas no 1º livro são resolvidas e ainda assim muitos pontos ficaram para o próximo. Ou seja, a ansiedade dominou...rsrsrs...
Aqui a guerra está muito mais acirrada e, para completar, aparece um oponente poderoso, além dos contratempos, onde um deles dá título ao livro *-*.
Sam, Astrid, Edilio e Lana já estão se estressando com toda a situação e responsabilidade advindas deste "novo mundo" e ainda têm que lidar com questões menores e "maiores". E, acabam tendo a cida dessas crianças em suas mãos.
Não vou contar mais, pois como é o segundo livro e, este é ainda mais empolgante que o primeiro, posso acabar falando demais.
Entretanto, leiam e se banqueteiem com as tramas, suspenses e teorias contidas no livro.
" Coisas desmoronam; o centro não se sustenta;
Mais anarquia é solta no mundo.
A maré sangrenta é solta, e em toda parte
A cerimônia da inocencia é afogada;
Os melhores perdem a convicção, e os piores
Estão cheios de intensidade passional." pg. 308
Recomendo!!! E, aguardo ansiosamente o próximo.


site: http://sentimentonoslivros.blogspot.com.br/2012/06/fome-michael-grant.html
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Andresa Dias 05/04/2012

Fome por Andresa Dias
Esta resenha está no Blog Leituras & Fofuras:
http://www.leiturasefofuras.com.br/2012/01/resenha-dupla-fome-michael-grant.html

É PROIBIDA A CÓPIA TOTAL OU PARCIAL DESTA RESENHA.

Como o próprio título do livro indica todo mundo está com fome nesse novo volume porque durante três meses desperdiçaram o que tinham e o resto estragou. Sam foi nomeado o prefeito da Praia Perdida e tem que lidar com problemas o tempo inteiro, todos os dias, e muitos desses problemas são coisas bobas e ele está mais sobrecarregado do que nunca cuidando do pessoal.

Apesar das coisas bobas para se resolver, tem o problema da comida. Ninguém quer ajudar a procurar o que comer ou ir a plantações colher o que há por lá. Ninguém gosta de ajudar nas tarefas que lhe são atribuídas, como ajudar na creche, limpeza, etc. As crianças só pensam em jogar e brincar.

Novos personagens entram na trama, cada um com sua importância, novos poderes surgem e com isso novos conflitos entre os que tem poder e os que não têm.

“Nós não estamos vencendo. Você sabe, certo? Não estou falando dessa luta. Estou falando da grande luta. A sobrevivência. Não estamos vencendo. Estamos morrendo de fome. As crianças comendo os bichos de estimação. Estamos nos dividindo em grupinhos que se odeiam uns aos outros. Tudo está fugindo ao controle.” [Pág. 342]

Algo muito estranho está acontecendo com o pequeno Pete e assustando Astrid e Sam. Albert começa a se tornar muito ganancioso e começa a armar um plano. Lana tem um novo propósito muito perigoso. Caine acordou de um coma e três meses e está mais perigoso que antes. Drake tem sede de poder e sangue.

“A técnica era chamada de concretagem. Implicava prender as mãos de uma criança num bloco de cimento. Os blocos pesavam 20 quilos. O simples peso deixava as crianças impotentes. A princípio os capangas de Caine as alimentavam com pratos no chão, como cachorros. [...] A alimentação ficou menos frequente. E então parou por completo. Taylor havia comido mato que nascia no meio do cascalho.” [Pág. 286]

A Escuridão continua mexendo com a cabeça de algumas pessoas e elas estão começando a obedecer suas vontades.
“Ela não poderia subornar a Escuridão. Mas talvez, talvez... pudesse matá-la.” [Pág. 224]

No segundo volume da série encontramos os mesmos perigos que em Gone, novos poderes, novos possíveis vilões, sangue, distúrbio alimentar, discriminação, brigas, canibalismo e medo. Quem já leu o primeiro livro da série sabe que ele não é uma leitura para qualquer um.

“Astrid olhava para cada rosto, procurando a humanidade que deveria falar a eles, fazer com que parassem, mesmo agora. O que via era loucura. Desespero. Eles estavam famintos demais. Apavorados demais.” [Pág. 479]

Michael Grant continua sua narração da mesma forma, em terceira pessoa, sob o ponto de vista dos vários personagens, o que eu adoro porque podemos saber o que cada um deles está passando e pensando em determinados momentos.


--- Andresa Dias ----
~~Leituras & Fofuras~~

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CooltureNews 26/02/2012

Publicada no www.CooltureNews.com.br
Por: Junior Nascimento

Lembro quando recebi o primeiro volume da série Gone, lembro de pensar que não passava de mais um livro com uma narrativa mais infantil, acredito que essa impressão ocorreu devido ao fato de que todos adultos desaparecereram em Praia Perdida. Porém, como disse na resenha de Gone, o autor levou a história para um nível que não imaginaria que seria abordado.

Crianças sendo mortas, disputas pelo controle, doenças, atitudes irresponsáveis. E agora a falta de alimentos, crianças morrendo de fome, matando animais de estimação para ter o que comer, brigando por uma simples bala ou uma lata de molho de cachorro-quente. Como se não bastasse, mais crianças começaram a desenvolver poderes, criando uma rixa com aquelas consideradas "normais".

Os livros desta série são extremamente impactantes, durante a leitura você sente um incomodo do começo ao fim, se sente incapacitado, com vontade de ajudar essas crianças que foram forçadas a agir como adultos e se adaptar a um cenário tremendamente hostil e familiar.

Sam Temple, após a batalha do Dia de Ação de Graças foi eleito o Prefeito de Praia Perdida, porém com isso acabou tendo que resolver todo e qualquer tipo de problemas, como brigas entre irmãos. Sam, apesar de ser uma pessoa honesta que acredita no lado bom das pessoas, no meu ponto de vista, nunca foi um líder, justamente por não querer essa responsabilidade. Ao contrário de Caine, seu "meio-irmão malvado", que não possuí escrupulos, porém é determinado e vai atrás do que quer.

Até entendo que Sam só queira ser mais um garoto com seus 15 anos sem problemas, porém esperava que após manter essa mesma atitude em "Gone", neste livro ele estaria mais amadurecido e um pouco mais esperto, diga-se de passagem. Em Fome tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre outros personagens que tornaram a história muito mais interessante.

A narrativa do autor continua impecável e envolvente, Michael Grant consegue adicionar aos poucos elementos no decorrer da história fazendo com que a leitura seja mais prazeroza e rápida. A série em si, só possui um defeito, a demora para a publicação de novos livros! Por sorte, não houve a necessidade de reler o primeiro livro para entrar de cabeça na continuação, os livros são tão bons, que o simples fato de aparecer o nome do personagem me fez lembrar de praticamente toda a trama.

Esses livros são aqueles que recomendo de olhos fechados!
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cinoca 08/02/2012

Fome
Depois que eu terminei de ler Gone, primeiro livro da série, fique roendo as unhas de ansiedade para o lançamento de Fome aqui no Brasil. Contudo, quando eu comecei a ler resenhas do livro em alguns blogs internacionais, notei muitas pessoas falando que Fome era mais fraco e até um pouco tedioso, comparado à Gone e isso me deixou um pouco receosa. Mas a verdade é que ao chegar ao final do livro, pude concluir que ele é tão bom quanto Gone.

Fome mantém exatamente o mesmo padrão do volume anterior, nas primeiras páginas já vemos muitas coisas acontecendo e muita ação, e as descrições das situações criadas por Michael Grant são fantásticas. Três meses depois da criação do LGAR as crianças estão famintas, estão de saco cheio de viverem por conta própria, sem alguém para fazer suas vontades. Lá não existem mais certas regras, nada que as impeça de fazer o que bem entendem. Com isso, a fome começa a abater muitas crianças que exigem que Sam faça alguma coisa, mas se recusam a trabalhar em plantações para conseguirem comida, e tudo começa a piorar quando as crianças normais se revoltam com as que possuem poderes, porque elas parecem ser mais importantes e conseguirem comida mais rápido.
Além dos problemas em Praia Perdida, Caine e sua trupe estão de volta e querem vingança, especialmente porque também estão com fome e num estado muito mais deplorável que Sam e seus amigos.

Michael Grant tem um diferencial de outros autores que escrevem histórias com protagonistas jovens, porque ele não coloca personalidade de adultos ou super heróis em crianças que nem chegaram aos 15 anos. Elas fazem coisas inconsequentes, acham que estão sempre certas e, mesmo que não seja por egoísmo consciente, elas só pensam em sobreviver e isso é uma das coisas de mais destaque nesse livro: o que essas crianças são capazes de fazer para saciar a fome.

Uma coisa que eu ainda não acostumei e nem gosto muito é a quantidade de personagens que o autor coloca na história, são muitos personagens que começam a ganhar destaque e às vezes somem do nada e aparecem lá no final do livro e eu precisava parar pra tentar lembrar quem era aquela criança, qual era seu poder, o que ela poderia estar fazendo ali. Mas apesar disso, eu gostei muito dos personagens novos, gostei de suas personalidades e, é claro, também comecei a admirar mais os personagens já conhecidos. Adorei que as suas reações ao LGAR são bem condizentes com o tempo que se passou desde a grande batalha do primeiro volume.

Sam se demonstra extremamente cansado de todas as responsabilidades que atribuíram a ele, todos os problemas fúteis que as crianças acham que ele precisa resolver e quando não são resolvidos, elas se revoltam com isso, afinal ele é o prefeito de Praia Perdida e para muitos daqueles jovens essa é uma responsabilidade tão igual quanto à de um pai. Já o melhor amigo de Sam, Quinn, conseguiu mais uma vez se destacar e continua sendo meu personagem favorito. Apesar dele ainda estar meio inconformado com tudo o que acontece, ele é um dos poucos personagens que só realmente quer continuar vivendo do jeito que puder, sendo amigo de todos e tentando ajudar no que for preciso para melhorar a situação. Uma das personagens que ganhou muito destaque em Fome por Brianna, e eu realmente a adorei, assim como Dekka, outra personagem feminina de destaque neste livro. Albert foi outro personagem que começou a ganhar um destaque maior e me surpreendeu muito com a sua inteligência. E Drake também me surpreendeu, mas não positivamente.

Eu fiquei com raiva, eu fiquei triste e eu fiquei chocada com as coisas que aconteceram na história. Mesmo com todas as coisas que aconteceram em Gone, é impossível ainda não ficar chocada e afetada com as descrições e situações que Michael Grant escreve. Tudo o que aquelas crianças são capazes pra conseguir o que querem, é simplesmente impossível você ler sem ficar pensando “Meu Deus, meu Deus, meu Deus!”.

Eu entendo o porquê de muitas pessoas considerarem este o livro mais fraco da série. Apesar de todas as cenas incríveis, ele realmente se foca muito mais em mostrar a situação do LGAR e o que está acontecendo com cada uma das crianças, e isso às vezes fica um pouco repetitivo, mas isso não tira nem um pouco o mérito do livro.

Em suma, não posso deixar de elogiar esse ótimo livro que segue sim a linha de seu primeiro volume – mesmo que de uma forma mais lenta. E o final me deixou louca pelo terceiro livro, que ainda não tem data certa de lançamento no Brasil.
O jeito é só esperar e mais uma vez recomendar os livros de Michael Grant para qualquer pessoa que esteja em busca de uma leitura única e fantástica (e que não tenha problemas com cenas fortes).
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Blog MVL - Nina 27/01/2012

Minha Vida por um Livro | www.minhavidaporumlivro.com.br | Marina Moura

“Fome” narra a continuação da saga na qual as crianças da Praia Perdida se encontram. Em a eventos desesperadores, eles parecem estar vivenciando as bíblicas pragas do Egito. Fome,peste e algo mais sombrio,mais letal que está cada vez próximo de conquistar seu objetivo.

O livro já inicia de forma assustadora e preparando o leitor para o que o aguarda nas próximas 528 páginas. E como afirmei na resenha do livro anterior – Gone – é necessário muito estômago para digerir os acontecimentos, e este segundo volume consegue ser ainda mais revoltante e instigante que o primeiro. Revemos personagens que fizeram de Gone um livro inesquecível. Sam: o herói e líder, Astrid: a garota gênio, Lana: que tem o poder da cura, - e é claro – O lado negro da gama de personagens: Caine,Diana e Drake. Os três últimos são verdadeiros protagonistas nesta sequência, o autor apostou em expor um pouco mais a intimidade dos malvados da estória.

O mais interessante é a forma como Michael Grant distribui e organiza seus personagens. Apesar de serem crianças e adolescentes, todos acabam ocupando um cargo útil,ou no mínimo relevante ao enredo. Lembro de uma entrevista que assisti com o escritor e na qual ele afirma que “mesmo que o mundo como conhecemos acabe, sempre existirá alguém para tomar a frente e liderar os outros.” Este – em Gone – é Sam. E eu verdadeiramente adoro o caráter do personagem. O que eu mais aprecio em relação a Sam, é sua capacidade de manter a calma em situações extremas. Mesmo quando está sendo cobrado e pressionado.

Gone é uma série polêmica pelo simples fato de tocar em temas inflamáveis para a sociedade. Crianças consumindo álcool,transtorno alimentar,o comportamento adulto que as crianças vão desenvolvendo durante a estória,e a conduta cruel de alguns. “Fome” possui algumas cenas chocantes, principalmente a resolução de alguns para a falta de comida. Sim, estou falando de canibalismo.

Se a mensagem ainda não tinha alcançado os leitores – em alto e bom som –, em “Fome”, Michael Grant não poderia ser mais pontual. Gone: O Mundo termina aqui é uma série de horror, capaz de assustador até o mais fiel leitor de Stephen King e transmitir um turbilhão de sensações. Por isso,devo dizer que Grant cruzou uma certa linha neste novo capítulo de sua estória. Não indico o livro ao publico infanto-juvenil. Violência e terror em excesso.

Se o título do livro é fome, então a palavra para descrever os leitores após a leitura é: Saciados. Em uma trama que combina ficção científica e horror, Michael Grant soube como amarrar as pontas de seu enredo e adicionar novos elementos que prometem chocar – e fascinar – ainda mais os fãs.

Prepare seu coração... e seu estômago.
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Nii. 20/01/2012

O primeiro volume da série foi simplesmente o meu preferido no estilo quando li em 2010. Eu fiquei apaixonada pelo mundo que eu conheci em ‘Gone’ e extremamente curiosa também sobre o como esse mundo de ‘Praia Perdida’ se formou e, lógico, sobre o que vai acontecer até a gente descobrir isso.

Quando vi o título – Fome – já fiquei com medo por todos que estão por lá. É, até dos maus. Afinal ‘fome’, minha gente, não deve ser fácil de enfrentar. Entretanto a fome aqui vai além da fome por comida. Aqui a fome também é representada pela escuridão que conhecemos no primeiro livro e que nesse segundo livro será ainda mais ameaçadora. É um capítulo com início, meio e fim já que o autor nos responde o que é/quem é essa escuridão. Eu fiquei bem paranóica desde as primeiras páginas imaginando e desconfiando de todos. Haha #adoro.

A narrativa do Grant continua sem poupar nada, nenhum detalhe. A descrição faz com que a gente sinta o que está acontecendo em praia perdida e muitas vezes sofra com o que o ser humano – independente da idade – seja capaz de fazer ou mesmo possa sofrer. Logo no começo do livro a cena com o E.Z me deixou com o estômago embrulhado e quando o Sam falou que sentiu apetite com a carne humana que foi queimada? Muito tenso!

Eu já tinha medo de Caine, Drake e companhia imaginem quando potenciais vilões me aparecem em fome? Surtei né, como se já não fosse o bastante o ‘fominha pelo poder’ e o ‘Psicopata mor’.

Sobre os mocinhos... É tão estranho ver crianças tendo que amadurecer de forma brusca para sobreviver. Ainda me choca ver como o Sam – que nesse livro está mais líder do que nunca – tem que lidar com tudo. Eles estão mais organizados, mas é claro que os problemas triplicaram o que torna a busca de soluções ainda mais difícil.

Eu li comentários sobre esse livro ser mais lento do que o primeiro. É verdade. Também senti o livro mais lento já que ele é mais descritivo do que o primeiro, mas de forma alguma ruim. Ele me manteve ‘ligada’ do começo ao fim. E eu já estou curiosa sobre o que vai acontecer no próximo volume.
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Rafael 19/01/2012

Série arrebatadora || Lembra Daquela História?
Esta resenha NÃO contém Spoilers.

Fome. É isso que todos os moradores do LGAR sentem. Todos desperdiçaram comida como se não houvesse amanhã saqueando o supermercado, invadindo as casas, atacando armários e geladeiras. Eles poderiam plantar a própria comida você pensa. E eu te respondo: vá ler e você descobrirá a resposta no primeiro capítulo.

O Sam é o prefeito de Praia Perdida e a responsabilidade sobre tudo recai sobre ele: brigas entre irmãos, decidir se as crianças podem ou não fazer tais coisas, e entre muitas outras, como conseguir o bendito alimento. E todos estão a ponto de fazer o que for preciso para comer.

Já do lado de Caine, a situação é terrível e tende a piorar. E a Escuridão está tentando reunir forças, mexer os pauzinhos

Nunca terminei de ler um livro de uma série e comecei o seguinte, direto, mas com Gone e Fome aconteceu. E olha a quantidade de páginas deles (e o tempo que levei para lê-los - me surpreendi).

Uma das características que achei interessante na narração de Michael Grant é que, ao contrário da maioria dos livros sobrenaturais, seus personagens, como Astrid, acreditam em Deus. Os autores parecem se esquivar desse assunto, ou quando algum personagem cita é aquele típico esteriótipo de religioso fervoroso.

Assim como em Gone, um dos trunfos do autor é permitir o leitor acompanhar diversos pontos de vista sobre um mesmo assunto, ou sobre algo que está acontecendo no mesmo momento só que em outro lugar, outras situações. Realmente fantástico. Ele entra no personagem e te faz sentir os medos e angústias dos principais jovens.

Ainda outro trunfo, que considero fascinante é que o Michael Grant consegue dar personalidade e vida própria para quase 30 personagens! Genial. Eu que não gosto de narrativas com muitos personagens justamente por me perder, confundir etc. não tive problemas na leitura, porque cada um é único.

Este é mais sombrio que o anterior, e se você achava que tudo estava perdido, agora duplique esse pensamento.

Muito sangue, muitas mortes, muita ação, muita ganância, muito poder.

O livro termina com poucas questões abertas, mas cruciais. No entanto, ficaremos sem as respostas até o lançamento de Mentiras (Lies), o terceiro livro da série Gone, ainda sem data, já que Fome é um lançamento recente. Quem souber inglês, não pense muito e invista na série que terá o quinto livro, Fear lançado dia 3 de abril no exterior.


Links relacionados: http://lembradaquelahistoria.blogspot.com/2012/01/resenha-fome-de-michael-grant.html#ixzz1jwoyoqN1

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