Bartleby, o escrivão

Bartleby, o escrivão Herman Melville




Resenhas - Bartleby, o escriturário


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naotemlogin 07/06/2024

O que dizer sobre Bartleby, o escrivão? Eu poderia começar dizendo que é um texto sobre a inércia causada pela depressão ou uma passiva obstinação do um homem que decide se voltar contra as estruturas capitalistas que regem o mundo. Igualmente, eu poderia escrever uma longa e exaustiva resenha sobre a genialidade de Herman Melville como escritor e a sua habilidade em criar personagens obsessivos seja na inércia ou, do mesmo modo e com a mesma força, na ação. Mas, seguirei o exemplo de Bartleby? ?Prefiro não?.
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Helison.Fortunato 05/06/2024

Prefiro não fazer
Uma história curta, agradável e intrigante, um homem já maduro, cansado do mundo e de suas obrigações se abstêm de suas funções, independente da situação ou solicitação, é preferível não fazer, mas qual seria o motivo? Eis a questão
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Ricardo 04/06/2024

Bartleby, o escrevente, Herman Melville
Eu poderia escrever uma resenha para Bartleby, o escrevente, mas prefiro não fazer.

Meu primeiro contato com Melville, um livro muito curto e que prende a atenção. Escrita cativante, história simples, engraçada e triste.

O mistério sobre o excêntrico Bartleby continua.
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Isaure0 31/05/2024

É um conto interessante, rápido e leve. Pelas resenhas que li, esperava um pouco, mas não posso deixar de concordar que Bartleby é uma personagem cativante, suas apatia e teimosias constantes nos intrigam durante todo a leitura.
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Clio0 31/05/2024

Eu já conhecia a escrita dramática de Melville em Moby Dick, então foi uma surpresa me deparar com Bartleby que possui um tom mais humorístico - pensem em algo como Os Aspones ou The Office.

O conto é sobre um advogado que contrata um escriturário que simplesmente declara sua vontade de não fazer nada, e as consequentes formas para obrigar o funcionário a trabalhar vão do cômico ao trágico.

É uma boa crítica ao sistema capitalista, algo raro de se encontrar na literatura estadunidense do século XIX.

Recomendo.
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Kiara D. 14/05/2024

"Eu prefiro não fazer isso"
"Bertebly, o Escrivão" é uma obra que mergulha nas profundezas da alma humana através das experiências de Bertebly, um personagem peculiar e intrigante. O autor apresenta uma narrativa rica em detalhes e nuances, explorando os dilemas morais e existenciais enfrentados pelo protagonista. No entanto, o aspecto psicológico de Bertebly não é tão aprofundado quanto poderia ser.

Bertebly é diligente em sua recusa em cumprir suas tarefas, repetindo incansavelmente "eu preferia não fazer isso", o que confunde e frustra tanto o narrador quanto os colegas de trabalho. Seu comportamento enigmático cria um mistério em torno de seu passado, deixando-me perplexa e repleta de questionamentos, assim como o narrador da história. A falta de respostas e a incapacidade de extrair qualquer coisa significativa do personagem geram uma sensação de impotência.

Além disso, Bertebly é retratado como um personagem melancólico, cujo destino trágico culmina em sua morte em meio à miséria e ao abandono. Esta obra multifacetada levanta questões profundas sobre o significado do trabalho e a apatia em relação ao mundo moderno, destacando a alienação no ambiente de trabalho e os transtornos depressivos dentro do sistema capitalista.

"Existem muitos Bartlebys por aí. Não apenas vagando pelo mundo real, com o olhar morto encarando a parede, mas também no plano das ideias."
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Pr.Thiago 02/05/2024

BARTLEBY, O ESCRIVÃO
Eu poderia te contar sobre Bartleby, mas prefiro não. Anti-herói dos tempos modernos, o comportamento de Bartleby provoca reações de repulsa e indignação ? não por aquilo que faz, mas pelo que se recusa a fazer. Bartleby não gosta de trabalhar: não toma café ou se obriga a ser produtivo. Mas tampouco gosta de sair para se divertir ? não bebe cerveja ou puxa assunto com quem quer que seja. Bartleby é, acima de tudo, um homem de aspecto terrivelmente sedado. Publicado em 1853, Bartleby é uma obra breve de repercussão retumbante. Através da melancolia paralisante do protagonista, Herman Melville tece uma densa crítica à desumanização dos modos de produção vigentes. Desconectado de tudo o que é humano, Bartleby tem como única missão na vida copiar mecanicamente e sem erros documentos que servem apenas para multiplicar a riqueza alheia.
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Fabio.Fatori 22/04/2024

Prefiro não
Personagem cativante, diferente, preguiçoso e encostado. HOje quem não tem? O problema psicológico é dado com pouca atenção. Livro engraçadot
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Bia 10/04/2024

Just love it! Melville?s writing is so good, I couldn?n stop until I finished this short story. Amazing how his portrait depression in a time that this word wasn?t even known yet.
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renni 05/04/2024

DISRESPECT YOUR SURROUNDINGS ??????
Engraçado como essa história pode ser vista como a revolução das máquinas em um sentido.

O poder do "não" foi forte o suficiente para quebrar algumas paredes da Rua da Parede. A caridade do sistema capitalista não foi suficiente para fechar olhos que se abriram.
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Leiturascomthays 01/04/2024

Uma leitura muito boa e confusa com o escrivão. Uma pessoa que não gostava de nada e só sabia fazer cópias e dizer não a tudo kkkk
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Carlos.Junior 28/03/2024

6/10
Com um humor extremamente refinado, ácido e sarcástico temos a apresentação de um conto curto escrito por Herman Melville, autor de Moby Dick, que conta a história de um respeitoso advogado de New York que possui um leve imprevisto, seu novo funcionário chamado Bartleby que, educadamente, se recusa a realizar a tarefas que precisaria e que quando indagado responde com a mesma frase em todas as vezes: ?Eu preferiria não fazer?.
Criando uma esfera de humor/suspense temos um lastro de como o ser humano lida com os problemas, obrigações e, principalmente, com o trabalho. O texto faz você rir alto durante a leitura e o autor levanta pontos interessante durante a história, sua conclusão é fraca se comparada com a premissa e ideias desenvolvidas, mas cumpre seu papel de finalizar a história. Não chega a ser uma aula, mas sim um breve conselho sobre liderança, tomar as rédeas da situação no estado em que se encontra e tirar o melhor proveito disso.

Recomendação quase que OBRIGATÓRIA para gestores de equipe, principalmente os que são advogados.
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Patricia Milani 26/03/2024

O escrivão Bartleby nos deixa perplexos com sua postura firme ao afirmar que "prefiro não fazer". É uma leitura interessante que pode gerar várias interpretações. Recomendo a leitura.
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