Quem matou  o livro policial?

Quem matou o livro policial? Luiz Antonio Aguiar




Resenhas - Quem matou o livro policial?


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Aventura de aprender 06/11/2018

Eu me surpreendi bastante com o livro. São várias histórias dentro de uma. Além disso, há bastante metalinguagem: um livro explicando como se escreve livros. Precisamos ter bastante atenção para não nos perdermos no enredo.

O enredo começa com a investigação sobre Ágata, uma menina de 15 anos que foi acusada de assassinar um livro policial. Por assassinar, entende-se encher o livro de comentários com spoliers sobre a história e a identidade do assassino. Ela tem um amigo chamado Marco Polo que a ajuda provar sua inocência. A menina não o vê desde os 4 anos porque ele se mudou com a família. A partir daí passaram a se falar apenas pela internet, mas ele nunca contou onde mora.

Outra história paralela é a do autor do livro que foi assassinado: Haven Hastings. Ele faz um sucesso estrondoso com romances policiais, mas ninguém sabe sua verdadeira identidade e residência.

Por fim, temos a história de “Assassinatos na biblioteca”: um milionário excêntrico chamado Augusto Dupino constrói uma biblioteca pra dar de presente para a comunidade, mas quando morre começam uma série de assassinatos e desaparecimentos na biblioteca. O problema é que o assassinado desaparece e depois aparece morto sem nenhum sinal de violência, e isso vem acontecendo há 150 anos. O caso é solucionado pela tenente Jap e seu assistente Oliver. Mesmo sabendo desde o começo quem é o assassino ainda temos muitas surpresas acompanhando a história.

Além disso, ao longo do livro aprendemos sobre os romances policiais com exemplos de detetives famosos, estratégias, enredos e estruturas. Por isso, diz se que é um livro metalinguístico.

“Talvez seja dessas coisas que a gente sente, sabe, mas não tem coragem de desfiar inteiramente nem pra si mesmo porque parece loucura demais. E tem de continuar assim, sabendo mais ou menos, apenas. Sabendo, sem poder dizer que sabe, nem em pensamentos. Para a segurança tem de ser assim.”

site: https://aventuradeaprender.webs.com/apps/blog/show/46029896-livros-infanto-juvenis-lidos-em-2017
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eumailso 25/07/2015

Sério, esse livro é um lacre!
Não ha palavras pra descrever esse livro! Ele é simplesmente fantástico, e como um bom livro de suspense, ele te prende até a ultima pagina.

Quem matou o livro policial?

A personagem protagonista aqui é Ágata Maria Malovam, a menina apaixonada por livros policiais, em especial a de um autor um tanto... misterioso. Ninguém nunca o viu, mas ele desperta em seus leitores sensações incríveis, e faz com que muitas mulheres se apaixonem por esse homem culto e inteligente. Misterioso. Como seus livros.
Mas a questão é que seu novo livro estava sendo lançado e apenas um único exemplar chegaria a cidade de Ágata Maria, o que resultou em uma fila gigantesca na biblioteca da cidade, reservando o livro. Ágata era a primeira, mas... veja só, o livro policial de seu escritor predileto fora brutalmente assassinado. Alguem rabiscou todo o livro, entregando o assassino nas primeiras paginas, e contando o desfecho da historia , rasbiscando as páginas seguintes, enchendo o único exemplar da cidade de spoilers.

Mas quem fez isso?
Ágata fora a primeira a reservar o livro, mais ninguém a antecedeu, ninguém leu antes dela, o que a fez a principal suspeita do crime. Mas quem matou o livro policial a sangue frio?

A história intercalada, contando a historia do livro assassinado, e do drama de Ágata Maria, que tenta a todo custo provar inocência e encontrar o culpado. Mas você não imagina o desfecho incrível dessa história, que não se limita a simplesmente descobrir quem fez isso, mas porque o fez... levando a história a um complexo maior do que se imagina.

ESSE LIVRO SUPER HIPER MEGA VALE A PENA DE LER. COMPRE SEU EXEMPLAR E DESCUBRA QUEM MATOU O LIVRO POLICIAL!
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Joice Soares 23/05/2014

A vida não tem graça sem misterio
São duas historias paralelas a do Assassinatos na biblioteca que é o livro "assassinado" pois o livro está todo comentado com spoilers escritos de vermelho (vamos combinar que um policial ou suspense com spoilers não é legal) principalmente com o nome do assassino na pagina 8, quem descobre esse "assassinato" é Ágata Maria uma avida leitora de policiais, que é a principal suspeita de ter matado o livro pois, foi a primeira a pega-lo, depois de ser abandonada pelo pai e também por seu melhor amigo Marco Polo que acaba se tornando o detetive do caso do Assassinato, seguindo pessoas e pistas por suas câmeras escondidas em vários lugares, conversa com pessoas próximas da suspeita e do local e momento do crime como "Ferrinha" a bibliotecária e Ariadne outra funcionaria da biblioteca, no final Ágata foi julgada pelo clube de leitores de livros policiais que participa e que usa suas camisetas com lemas do tipo:"A vida não tem graça sem mistério" em paralelo a outra historia esta acontecendo cada vez mais assassinatos e a policial Vera está ficando desapontada de não conseguir resolver o mistério.....e nas paginas finais do livro tudo se resolve...nesse livro você tambem aprende muito sobre literatura policial e seus personagens com enfase em Sherlock Holmes e Watson
VALE MUITO A PENA LER.....
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Blog NR 04/02/2014

"A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial"


Quando Ágata Maria entra na Biblioteca Clarissa Aranha, para pegar o novo Best-seller de Raven Hastings, chamado “Assassinatos na Biblioteca” e o vê rabiscado a historia começa. A história se passa na Capital Brasileira da Literatura, no sul do país.

O livro conta duas histórias: o caso de Ágata Maria que esta sendo acusada de rabiscar o livro, e a outra é a do livro assassinado, e o livro é intercalado entre esses dois (pausando claro na melhor parte de cada história).

No livro são revelados muitos mistérios e um bem importante de Marco Polo o melhor amigo de Ágata, um super gênio que saiu da cidade com seus pais sem deixar noticias a ninguém.

É uma trama policial de qualidade e não se tem muito a dizer, mas prepare-se para descobrir quem é o assassino em serie há 130 anos e descubra quem matou o livro policial.

site: http://notinhasderodape.blogspot.com.br/2014/02/resenha-quem-matou-o-livro-policial.html
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Claire Scorzi 17/07/2011

Merecia um Prêmio
Mais um daqueles livros de literatura dita "juvenil" que extrapola a classificação e que mereceria um prêmio (como alguns livros do gênero já ganharam).

Com uma trama policial de qualidade, uma elaborada técnica narrativa - a da história-dentro-da-história - com direito a digressões que são pura análise literária (afinal, como se escreve um romance policial?) e senso de humor, além de muitas alusões, citações diretas e indiretas que fazem a delícia de um leitor de Agatha Christie, Edgar Allan Poe e Conan Doyle com seu Sherlock Holmes, o autor, Luiz Antonio Aguiar (que escreveu o também ótimo "O Cavaleiro das Palavras") parece estar também homenageando escritores como Borges e Cortázar, com o estilo que brinca com o gênero policial e com o simples processo de escrever... Ficção, metaficção, literatura de referência, literatura comparada: um livro de 'literatura juvenil' que ultrapassa em qualidade e criatividade a média de livros assim - de muita ficção 'para adultos' também. Excelente!

O desfecho fica em aberto: poderia continuar. Uma sequência, por que não? Porque nós nos perguntamos o que acontecerá com os personagens principais, mantidos como que em suspense.

Me pergunto, abismada: como, como este livro não ganhou um prêmio?
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