Assim que esse livro chegou, peguei Estilhaça-me para ler e não consegui largá-lo até terminar.
Os primeiros capítulos foram um pouco confusos e lentos, mas quando a coisa engrena...
Conhecemos Juliette em um "manicômio" e porque ela está lá, não sabemos de início, apenas temos sugestões. Afinal, mesmo antes de abrirmos o livro para ler, já temos uma noção, pois está escrito na capa. Isso não altera o que esperamos da trama que vai se desenrolando aos poucos e se passa em "nosso" mundo, após termos "acabado" com o planeta. Acredito que podemos colocá-lo como uma distopia.
A vida de Juliette acaba por tomar novo rumo quando aparece um companheiro de cela, que ela "ganha" devido ao bom comportamento.
Adam chega à cela e a faz "cair" na real e a "lembrar" de coisas que preferiria esquecer.
Mais uma vez, encontramos um livro onde se fala de política e causas sociais e ambientais nas entrelinhas. Um jogo de poder. Aqui porém, diferente de Jogos Vorazes (que finalmente li, adorei e em breve postarei resenha) onde o romance é "secundário" e a questão política mais proeminente, há desde "sempre" uma força rebelde.
Vemos como Juliette vai crescendo, se descobrindo e se aceitando no livro. Mas tudo isso pra quê? ...rsrsrs...Aqui entra a frase que sempre digo, ou melhor, escrevo: Leia e descubra...rsrsrs...
Amei!
Não esperava muita coisa do livro é de uma certa foram, parecido com Destino Íntimo ao contrário...deu pra entender? hehehe...
Eu tinha feito mais um parágrafo no meu caderno de resenhas (sim, eu 1º faço no caderno para depois digitar, parece que se não faço isso, as idéias não conseguem ficar claras...#souvelha...kkkkkk), mas acho que é spoiler e decidi cortá-lo.
Achei esse trecho intenso:
"Meu rosto está em suas mãos e meus lábios estão em seus lábios e ele está me beijando e eu sou oxigeno e ele está morrendo para respirar..." pg. 199
Recomendo!!!